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Um cartão de natal audiovisual

Note: for translations go to the specific page “Translation-Übersetzung” under the blog’s title. (But anyway, the video I made has no dialogs!)

Já é o terceiro natal que passo na Alemanha e sempre pensei: “ah, um dia eu vou gravar em algum desses mercados de natal espalhados pelo país“. Mas nunca fiz. Sempre fui deixando pra depois, pra amanhã.

Nesse fim de ano, eu resolvi dar um chega pra lá nessa história de “fica pra mais tarde“. No último sábado, dia 18, eu saí de câmera em punho e deixei meus olhos curiosos me guiarem. Desafiei o frio e ganhei muitos sorrisos durante as horas em que estive gravando no mercado natalino de Leipzig.

Se o vídeo ficou bom? Não sei. Mas eu adorei concebê-lo e o fiz de coração. É aquela velha história de o processo ser mais importante que o resultado.

Então, aí vai a maneira singela que encontrei de desejar feliz natal!! Espero que gostem do meu cartão personalizado.  Descrições mais detalhadas lá embaixo.

Pra quem não é acostumado a ver vídeos na internet, deixo a dica: apertem “play” e “pausa” logo em seguida e esperem o vídeo carregar completamente. Isso evita que ele fique travando enquanto estiverem assistindo. Ah, recomendo o uso de fones de ouvido!

Feliz Natal! Merry Christmas! Frohe Weihnachten! Feliz Navidad!

Mini doc gravado em 18 de dezembro de 2010 no mercado natalino de Leipzig, Alemanha.

:::ONCE UPON A (CHRISTMAS) TIME:::

Mini doc recorded on December, 18th 2010 at the Christmas Market in Leipzig, Germany.

I recommend the use of headphones!

:::ES WAR EINMAL AN WEIHNACHTEN:::

Kurz Dok auf dem Leipziger Weihnachtsmarkt am 18. Dezember 2010 gedreht.

Ich empfehle Kopfhörer!

:::direction:::photography:::editing:::
by Ariane Mondo

Music: “Rails”
by Bing and Ruth > bingandruth.com

[Bad Panda Records > badpandarecords.wordpress.com]

Obrigada e muito amor para o Lars que sempre me dá a maior força!!

Thanks and loads of love to Lars who always supports me!!

Ah, obrigada também ao Sandro Fortunato que estava online na hora em que eu procurava alguém pra servir de cobaia e testar o áudio.

A lógica analógica

Já faz quase um ano que voltei a fotografar de maneira analógica. Tem horas que esse nervosismo da era moderna me deixa bem cansada. Daí, achei legal buscar outras formas de expressão que me fizessem desacelerar um pouco. E foi assim que tudo (re)começou.

Na verdade, eu não sou fotógrafa profissional. Sempre digo que gosto de voltar a câmera para pessoas e momentos que me chamam a atenção de alguma forma. Se a foto vai estar bem enquadrada ou em foco, é meio secundário pra mim. Aliás, para alguém levemente míope como eu, pode contar que vão sair muitas imagens fora de foco. Depois é só dizer que faz parte do meu estilo e tá tudo na paz. :)

Esse blá-blá-blá todo só pra postar umas fotos que fiz durante o verão de Leipzig com uma camerazinha emborrachada, sem visor, movida à corda,  que mais parece um brinquedinho retrô. Fazer imagens com ela, me faz ir por um caminho mais intuitivo e ainda curtir a espera pela revelação do filme. De quebra, saio um pouco da ansiedade esquizofrênica que é fazer fotos digitais (convenhamos: num passeio despretensioso de domingo, a pessoa voltar com quase 300 fotos pra casa é ou não é insano?).

Reveladas as imagens, eu me descubro nas imperfeições e na simplicidade.

[clicando em cada imagem você vai lá pro meu flickr onde pode vê-la melhor].

Parada do bondinho

Ruínas

Uma tarde ensolarada.

Vôley de "praia".

Pedalando

Manequim.

Grau

Em homenagem a essa segunda-feira meio acinzentada, aí vai a canção Grau (cinza) da banda Hard Pop.

Am Fenster

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Am Fenster é um dos clássicos da época da Alemanha Oriental. É de uma banda chamada City, que existe até hoje. Por ser tão especial e também por ter sido uma das primeiras músicas do chamado Ostrock que eu conheci, vou usar esse post para colocar versões diferentes da canção.

Alguns devem estar se perguntando: “mas o que é Ostrock?”. Esse é o termo usado para designar o rock produzido na Alemanha Oriental.

Vamos à primeira versão? Abaixo um vídeo que é uma relíquia (releve o fato de eu usar sempre essa palavra aqui. Hehe.): uma apresentação da banda City ainda na época da RDA. Infelizmente não há descrições de onde foi isso. O ano é 1984. A música está incompleta e o som não é lá essas coisas, mas vale dar uma conferida:

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Aqui embaixo, uma versão também ao vivo, gravada no ano passado:

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E para finalizar, posto dois áudios diferentes: o primeiro traz a canção original e o segundo é uma versão em inglês. Pra falar a verdade, não sei se é por costume, mas eu prefiro a versão em alemão. E você, o que acha?

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Morgen

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Eu gosto das músicas de Manfred Krug, um cantor que na verdade nasceu no Oeste alemão e depois migrou pra RDA.

Tem um climão bem anos 70 nessa canção que posto hoje. Conheci hoje e já quis compartilhar com quem vem por aqui. Play “Morgen” de Manfred Krug.

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Blau

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A música selecionada hoje provoca sensações distintas (ao menos em mim). Primeiro ela me pareceu sombria, mas depois deu uma suavizada. Eu acabei associando a melodia a uma atmosfera de sonho. E vocês, o que sentem ao ouvir essa canção?

Play Blau (azul) do projeto independente A.F. Moebius, que é da época final da RDA (1985- 1987).

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Immer

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Mais uma canção pra série de música da Alemanha Oriental. Hoje coloco um projeto independente chamado “Heinz & Franz“. Ouvi o disco deles e é beeeeem experimental com algumas coisas bacanas.

A canção que coloco aqui é calma e tem uma ‘vibe’ que eu gosto. É curtinha, então play “Immer“, que quer dizer “sempre”. Bom fim-de-semana!

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Adeus, verão!

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Die Sommer ist (fast) vorbei - o verão já (quase) se foi. Os dias quentinhos e ensolarados vão dando espaço a temperaturas mais amenas. Durante o dia não se vai muito além de 23 graus. À noite, já baixamos aos 12 graus.

Antes de me despedir de vez das roupas mais leves e sandálias rasteiras, mostro 15 fotos tiradas ao longo da estação nas cidades de Leipzig e Dresden. E seja bem-vindo, querido outono!

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Anders

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Depois de uma pausa de poucos dias, sigo aqui com a série de músicas da Alemanha Oriental. A música de hoje é um pouco mais “calma”, mas não menos underground. Play “Anders” da banda Sandow.

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Alles ist dufte

Ainda em ritmo punk, seguimos com a banda Feeling B, canção “Alles ist dufte“. Play!
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Artig

Começo hoje uma série de posts com músicas diversas da época da Alemanha Oriental. Nos próximos dias, vamos de punk.

O título abaixo é Artig que integra o álbum “Hea Hoa Hea Hoe Hea Hoa Hea” da banda de punk Feeling B. Mais sobre eles aqui (em inglês).

Espero que curtam!
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Olhando para trás

Hier ist der Link für die deutsche Version.

Um aspecto da RDA observado sob o ponto de vista atual, me deixa especialmente curiosa: como os alemães orientais lidam com o fato de que o país de sua infância, literalmente, já não existe mais? Muito do que se aprendeu  naquela época como sendo “certo”, desapareceu com o tempo.

Abaixo as lembranças de Lars dos Santos Drawert que nasceu em uma pequena cidade próxima a Dresden, capital da Saxônia. Ele é o grande responsável pelo fato de eu poder escrever pra vocês diretamente daqui. :-)

Quando o muro caiu em 1989, eu tinha 13 anos e naturalmente não pude entender  muito bem o que acontecia naquele momento.

Eu lembro muito pouco dos acontecimentos concretos daqueles dias. A maior parte do que sei, aprendi nos anos seguintes através de leituras ou de relatos de familiares, amigos e conhecidos. Apesar disso, as emoções fortes e incríveis daqueles meses vivem em mim como grandes animais adormecidos.

Imagens das demonstrações de Segunda-Feira em Leipzig ou da queda do muro em Berlim, surtem exatamente o mesmo efeito poderoso que antes e me tiram o ar de imediato, além de acelerar as batidas do meu coração. Os sentimentos fortes que surgem de repente, quase do nada, só me provam que eu vivi tudo aquilo, só que sob o olhar infantil.

Esses acontecimentos dividem a minha vida em duas partes: o antes e o depois. Não tanto em um sentido lógico ou abstrato, mas sim em um senso diretamente ligado às emoções. O passado – ou seja, a infância – está em uma terra distante que já não existe mais. O  que passou está separado de mim, como se uma cortina semi-transparente,  pintada com imagens revolucionárias, estivesse entre o passado e o presente. Mas no fim das contas, o passado também faz parte da minha vida.

No entanto, algo dos anos na escola socialista permaneceu na memória. Muitas coisas legais, sobretudo as experiências comunitárias, infelizmente ainda estão ligadas ao que sei hoje: que a pureza e a inocência das crianças foram usadas em prol do ensino socialista.

Uma estrutura fundamental semi-militar que chegava até as salas de aula, o que se traduzia em divisão clara de funções (líder de classe, vice-líder, etc.), formação periódica dos grupos em posição de sentido e com uniformes de pioneiros-mirins, medalhas e elogios para os que fossem obedientes e  estudiosos ou repreensão e às vezes até advertências públicas para os que cometessem algum erro. Se contempladas hoje, muitas lembranças de fato bonitas e multifacetadas dos tempos de escola, têm um sabor amargo estranho.

O tempo depois da queda do muro também foi uma experiência marcante. De repente, os cartazes da propaganda socialista desapareceram das paredes destruídas dos edifícios e foram, pouco a pouco, substituídos por publicidade de carros ou máquinas de barbear.

Em matérias como estudos sociais, por exemplo, as perspectivas mudaram dentro de pouco tempo. O que ainda era válido, de pronto passou a ser inválido. O ruim virou bom e vice-versa. De repente passou-se a olhar para a História sob um ponto de vista completamente distinto.

Em parte, os novos enfoques foram transmitidos durante alguns meses pelos mesmos professores, os quais haviam ditado  um texto a respeito do triunfo do Socialismo sobre o Capitalismo um pouco antes  da mudança de rumos no país – tudo meio estranho para uma pessoa tão jovem.  Nessa fase, provavelmente muitas pessoas devem ter vivenciado o que significa relatividade ou também qual a diferença entre realidade e interpretação.

Um pouco mais tarde, bares improvisados foram erguidos em muitos lugares. Bandas, galerias ou revistas pequenas foram criadas. Em todos os lugares se podia notar  movimento, florescimento de ideias, alegria de viver e otimismo. A sensação de efetivamente ser alguém e poder mudar alguma coisa foi compartilhada pela maioria, assim como entre nós, jovens estudantes.

Juntos, criamos grupos de interesses comuns, fundamos um jornal escolar crítico e xingamos os carrões da  Mercedes.  A memória da energia desse tempo logo após a mudança, sobrevive em mim como uma saudade. Algumas desilusões, o entendimento da nova realidade e o difícil processo de integração que vieram depois, foram talvez tão dolorosos, porque os contrastes entre as emoções diversas (prisão, libertação, esperança e algumas decepções) eram muito fortes.

O que ficou em mim foi uma saudade crônica dos primeiros anos depois de 1989, uma saudade dessa energia e da inocência maravilhosa da juventude.  Em paralelo a algumas dificuldades no “novo país”, ficou também em mim uma  profunda gratidão a todos aqueles que tornaram possível essa mudança radical.

Onde eu estaria hoje se a transição não tivesse ocorrido ou quem eu poderia ter me tornado naquela ditadura socialista, eu realmente nem quero saber.

Blicke rückwärts

Clique aqui para ir direto a esse post em português.

Eine Sache der DDR-Zeiten macht mich neugierig: wie kann man heutezutag mit der Tatsache umgehen, dass das Land seiner Kindheit nicht mehr existiert? Vieles, was man als “richtig” gelernt hat,  ist mit der Zeit verschwunden.

Jetzt die Erinnerungen von Lars dos Santos Drawert, der bei Dresden geboren ist. Er ist  auch der grosse Verantwortliche, dass ich euch von hier schreiben kann. :-)

Als 1989 die Mauer fiel war ich gerade mal 13 Jahre alt und verstand natürlich noch nicht so recht, was da gerade passierte.

An die konkreten Ereignisse in diesen Tagen erinnere ich mich kaum. Das Meiste habe ich erst in den Jahren danach von meiner Familie, von Freunden und Bekannten erfahren oder habe es nachgelesen. Trotzdem wohnen die unglaublich starken Emotionen dieser Monate in mir wie große schlafende Tiere. Bilder von den Montagsdemonstrationen in Leipzig oder dem Mauerfall in Berlin wirken nachwievor so stark auf mich, dass mir unmittelbar die Luft wegbleibt und mein Puls in die Höhe schnellt. Die starken Gefühle, die dann so plötzlich wie aus dem Nichts hochkommen, beweisen mir dann, dass ich das alles, wenn auch aus einer kindlichen Perspektive heraus, erlebt habe.

Dieses Ereignis teilt mein Leben in zwei Teile: dem Vorher und dem Nachher. Nicht so sehr im logischen oder abstrakten Sinn, sondern ganz unmittelbar im eigenen Empfinden. Die Vergangenheit, die Kindheit liegt in einem fernen Land, daß nicht mehr existiert. Sie ist wie durch einen halbdurchsichtigen, mit Revolutionsbildern bemalten Vorhang abgetrennt und doch, natürlich, gehört sie zu mir.

Aus den Jahren in der sozialistischen Schule ist dennoch einiges im Gedächtnis geblieben. Viele schöne, vor allem gemeinschaftliche Erfahrungen sind aber leider immer wieder gekoppelt mit dem Wissen, dass die Unschuld und Naivität der Kinder für die sozialistische Erziehung benutzt wurde. Eine halbmilitärische Grundstruktur bis in die Schulklassen hinein hat es ebenso gegeben wie das Verteilen von Funktionen (Gruppenratsvorsitzender, Stellvertreter etc.), regelmässige Appelle in Formation und Pionieruniform, Medaillen und Lob bei fleissigem und gehorsamen Lernen oder Tadel und teilweise sogar öffentliches Bloßstellen bei Fehlverhalten. Von heute aus betrachtet haben daher viele Erinnerungen an die eigentlich schöne und sehr vielseitige Schulzeit einen ziemlich bitteren Beigeschmack.

Die Zeit nach dem Mauerfall war eine ebenso prägende Erfahrung. Plötzlich verschwanden die sozialistischen Werbeplakate von den kaputten Hauswänden und wurden nach und nach durch Produktwerbung von Autos oder Rasierapparaten ersetzt. In Schulfächern wie z.B. Gesellschaftskunde änderten sich innerhalb kürzester Zeit die Vorzeichen. Was eben noch gültig war, wurde plötzlich ungültig. Aus schlecht wurde gut und umgekehrt. Auf die Geschichte schaute man plötzlich aus einer völlig anderen Richtung. Zum Teil wurden sogar die neuen Sichtweisen noch einige Monate von den selben Lehrern vermittelt, die mir kurz zuvor noch einen Text vom Sieg des Sozialismus über den Kapitalismus diktiert hatten – schon merkwürdig für einen jungen Menschen. In dieser Phase haben wahrscheinlich viele erfahren was Relativität bedeutet oder auch was der Unterschied ist zwischen Wirklichkeit und Interpretation.

Etwas später schossen vielerorts improvisierte Bars aus dem Boden. Es gründeten sich Bands, Galerien oder kleine Magazine. Überall war Bewegung, Erblühen, Lebensfreude und Optimismus. Das Gefühl, tatsächlich jemand zu sein und etwas verändern zu können teilten wohl die meisten und auch wir jungendlichen Schüler miteinander. Wir schlossen uns zu Interessengemeinschaften zusammen, gründeten eine kritische Schülerzeitung und schimpften gegen Autos von Mercedes.

Die Erinnerung an diese Energie lebt in mir als Sehnsucht fort. Die späteren Ernüchterungen, Einsichten und schwierigen Lernprozesse waren, jedenfalls teilweise, vielleicht auch deshalb so schmerzhaft, weil die Kontraste zwischen den verschiedenen Emotionen: Unfreiheit, Befreiung, Hoffnung und Dämpfung so stark waren.

Was für mich bleibt ist eine ständige Sehnsucht nach den ersten Jahren nach 1989, eine Sehnsucht nach dieser Energie und der wunderbaren jugendlichen Naivität, aber auch, bei allen Schwierigkeiten im „neuen Land“, eine tiefe Dankbarkeit den Menschen gegenüber, die diesen Umbruch möglich gemacht haben.

Wo ich heute ohne die Wendeereignisse wäre  bzw. wer ich in dieser sozialistischen Diktatur überhaupt hätte werden können, möchte ich wirklich nicht wissen.

Potsdamer Platz, 09.Nov.09

Aqui algumas fotos que tirei ontem na festa de 20 anos da queda do muro de Berlim. Como costumo dizer: Todas as imagens são feitas com uma câmera digital, caseira mesmo. Para mim o que vale é o registro de um momento ou de um lugar. Não busco a estética perfeita. Apenas abro os olhos para o que me circunda.

Nesse post faço um relato pessoal sobre a festa.

Chuva.

2

O que pensará?

3

Gigantes.

4

A festa transmitida em telões.

5

Pou, pou!

6

Orgia de fogos no ceu.

7

Indo para casa.

8

Multidão atééé longe.

9

Havia uma camisa no meio do caminho, no meio do caminho...

10

Voltando ao normal.

11

Fim de festa à espera do metrô.

Ceu alaranjado

Foto do dia.
Todas as imagens são feitas com uma câmera digital, caseira mesmo. Para mim o que vale é o registro de um momento ou de um lugar. Não busco a estética perfeita. Apenas abro os olhos para o que me circunda.
Aqui encerro a série de fotos diárias que faço desde o dia 15 de outubro. Para mim esta imagem representa a mobilidade e a esperança.
sol

Estação de trem em algum lugar entre Berlim e Leipzig, 2009.