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Céu na Alemanha

A cantora Céu é uma das minhas favoritas da atualidade. Vivo cantarolando Grains de Beaute (do disco anterior), mas sem nenhuma pretensão de ter o vozeirão dela.

Com disco novo recém lançado, o ótimo Caravana Sereia Bloom, a cantora acaba de anunciar no facebook oficial, as datas e cidades de sua turnê europeia. A boa novidade é que há vários shows na Alemanha agora em março. Se liguem:

24 – Nürnberg, Germany – Tafelhalle
25 – Frankfurt, Germany – Zoom
27 – Berlin, Germany – Lido
28 – Hamburg, Germany – Fabrik
30 – Karlsruhe, Germany – Tollhaus Karlsruhe

Um aperitivo do novo disco:

Um cartão de natal audiovisual

Note: for translations go to the specific page “Translation-Übersetzung” under the blog’s title. (But anyway, the video I made has no dialogs!)

Já é o terceiro natal que passo na Alemanha e sempre pensei: “ah, um dia eu vou gravar em algum desses mercados de natal espalhados pelo país“. Mas nunca fiz. Sempre fui deixando pra depois, pra amanhã.

Nesse fim de ano, eu resolvi dar um chega pra lá nessa história de “fica pra mais tarde“. No último sábado, dia 18, eu saí de câmera em punho e deixei meus olhos curiosos me guiarem. Desafiei o frio e ganhei muitos sorrisos durante as horas em que estive gravando no mercado natalino de Leipzig.

Se o vídeo ficou bom? Não sei. Mas eu adorei concebê-lo e o fiz de coração. É aquela velha história de o processo ser mais importante que o resultado.

Então, aí vai a maneira singela que encontrei de desejar feliz natal!! Espero que gostem do meu cartão personalizado.  Descrições mais detalhadas lá embaixo.

Pra quem não é acostumado a ver vídeos na internet, deixo a dica: apertem “play” e “pausa” logo em seguida e esperem o vídeo carregar completamente. Isso evita que ele fique travando enquanto estiverem assistindo. Ah, recomendo o uso de fones de ouvido!

Feliz Natal! Merry Christmas! Frohe Weihnachten! Feliz Navidad!

Mini doc gravado em 18 de dezembro de 2010 no mercado natalino de Leipzig, Alemanha.

:::ONCE UPON A (CHRISTMAS) TIME:::

Mini doc recorded on December, 18th 2010 at the Christmas Market in Leipzig, Germany.

I recommend the use of headphones!

:::ES WAR EINMAL AN WEIHNACHTEN:::

Kurz Dok auf dem Leipziger Weihnachtsmarkt am 18. Dezember 2010 gedreht.

Ich empfehle Kopfhörer!

:::direction:::photography:::editing:::
by Ariane Mondo

Music: “Rails”
by Bing and Ruth > bingandruth.com

[Bad Panda Records > badpandarecords.wordpress.com]

Obrigada e muito amor para o Lars que sempre me dá a maior força!!

Thanks and loads of love to Lars who always supports me!!

Ah, obrigada também ao Sandro Fortunato que estava online na hora em que eu procurava alguém pra servir de cobaia e testar o áudio.

Welcome december

There’s no reason for being soooo cold, darling!

Queda do Muro de Berlim: 21 anos

Hoje, celebra-se o aniversário de 21 anos da queda do muro de Berlim. Sem muito alarde. Sem a festa gigantesca que ocorreu no ano passado. Sem os milhares de projetos paralelos que pipocaram em Berlim no ano de 2009, todos com um só foco: lembrar e celebrar os 20 anos da queda do muro.

Apesar de não ser tão comemorado como no ano passado, o Memórias do Muro não deixa esse dia passar em branco e celebra a memória e a simbologia dessa data com imagens bem bacanas. Aproveitem!

Novembro de 1989. Foto: Lionel Cironneau/AP Photo.

Bernauerstrasse, onde o muro começou a ser construído (acima, em foto de 1968) e em 2009 (abaixo). Créditos: JOHN MACDOUGALL/AFP/Getty Images.

A famosa zona de fronteira e controle de passaportes Checkpoint Charlie em 1968 (acima) e sob o mesmo ponto de vista em 2009 (abaixo). Créditos: JOHN MACDOUGALL/AFP/Getty Images.

Reichstag, sede do parlamento alemão, em 10 de novembro de 1989 (acima) e sob a mesma perspectiva em 20.10.2009 (abaixo). Créditos: ERARD MALIE/AFP/Getty Images.

Foto de 31.10.2009 tirada na Potsdamer Platz, com uma imagem do ativista de direitos humanos americano Martin Luther King, em sua visita a Berlim Ocidental, na fronteira com a Potsdamer Platz, em 13 de setembro de 1964. Foto: Franka Bruns/AP Photo.

[via]

Tatort e Polizeiruf 110

Desde que a Alemanha deixou de ser um país dividido, muitas influências foram trocadas entre os dois lados e absorvidas mutuamente.

No aspecto televisivo, dois casos simbólicos são as séries de suspense chamadas TatortPolizeiruf 110. Eu me arriscaria a dizer que elas estão bem arraigadas na cultura alemã, assim como as novelas na cultura brasileira.

É incrível ver como as pessoas se mobilizam todo domingo pra ver as histórias do Tatort, que originalmente é um programa da antiga Alemanha Ocidental e que continua sendo produzido até os dias atuais.

Já ouvi pessoas recusarem convites de encontros casuais no domingo à noite, só pra ficarem em casa assitindo comodamente às investigações dos inspetores e delegados. Para os que preferem sair um pouco e dar uma arejada sem perder o suspense da série, há bares que transmitem o programa em telões.

A série Polizeiruf 110 segue o mesmo padrão.  Com a diferença de que foi uma produção da antiga Alemanha Oriental, que passa até os dias de hoje, tanto em suas versões antigas, quanto as atuais. Não sei se é exibida em bares. Pelo menos, nunca vi o mesmo alvoroço que com a série Tatort.

Confesso que nunca assisti a nenhum dos programas (que coisa mais feia, Ariane!). Eu sei, eu sei. Moro aqui e deveria assisti-los, ao menos uma vez, mesmo que seja por uma experiência “antropológica”. Vou fazer isso assim que possível – de preferência em um bar – e volto a postar sobre o assunto. :)

Aqui vai um fragmento de um episódio de Polizeiruf 110. No vídeo de 1973, há poucos diálogos e muitos planos gerais de alguma cidade da RDA (será Berlim Oriental? Potsdam?). Reparem como é uma espécie de arquivo da paisagem da Alemanha Oriental. E na sequência tem outro vídeo com a abertura do episódio como é hoje. Uma diferença gritante. Vejam e continuem lendo o post em seguida.

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Agora vamos de Tatort. Vou colocar a abertura da série como era nos anos 70 (adoro o groove da música) e como é hoje. É tudo meio parecido, mas bem diferente (se é que vocês me entendem. hehe). E de bônus, mostro a abertura da série feita toda em bonecos Lego (dessas coisas que a gente encontra e agradece pelo youtube existir!). Play!

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Revolução Pacífica: 21 anos

 

A logomarca símbolo do outono de 89, quando as manifestações da população tomaram conta da RDA.

 

Hoje comemoram-se os 21 anos da Revolução Pacífica. Quem conhece o blog, sabe que esse tema já foi bastante abordado aqui.

Com o mundo envolto em guerras, físicas e ideológicas, fica a lição: a população se uniu, protestou, pediu mudanças e ajudou a mudar os rumos do país. Sem que houvesse derramamento de sangue.

Parabéns, Leipzig! Essa foi a cidade que começou e estabilizou o movimento da Revolução Pacífica, que depois se espalhou por Berlim, Dresden e outras cidades da então Alemanha Oriental.

Para os que queiram saber mais sobre a Revolução Pacífica, é só clicar na tag de mesmo nome aí à direita ou procurar nos arquivos do blog nos meses de outubro e novembro de 2009.

Os pais da reunificação

Ontem foi inaugurado em Berlim, um monumento em homenagem aos chamados “pais da reunificação alemã”.

Bush (pai), Kohl e Gorbatschow: pais da reunificação. Foto: Ralf Lutter

O então presidente da União Soviética Michail Gorbatschow, o ex-chanceler da Alemanha Ocidental Helmut Kohl e o ex-presidente dos Estados Unidos George Bush (pai), ganharam bustos de bronze no bairro berlinense de Kreuzberg.

Há dois dias, vi um documentário que explicou os meandros políticos que ocorreram entre a queda do muro e a reunificação. Foram muitos encontros, conversas, acordos. Fiquei admirada com a coragem de Gorbatschow em arriscar a sua manutenção no poder para apoiar a união das Alemanhas divididas. O documentário mostrou que houve um risco iminente de golpe militar na então União Soviética. Mas mesmo assim, Gorbatschow foi em frente.

Descobri também que o presidente da França à época, François Miterrand, não apoiou logo de cara essa estória de reunificação. Helmut Kohl teve jogo de cintura para convencê-lo a apoiar a causa mais tarde.

Nesse tempo que levo vivendo no antigo território da RDA, posso afirmar que a maioria das pessoas com quem conversei e troquei ideias sobre o antigo país, fala que hoje as coisas são melhores. Mas alguns fazem  parênteses falando dos problemas causados pela união dos países, como por exemplo, o desaparecimento de algumas indústrias e o consequente desemprego de muita gente da região.

Nesses 20 anos de Alemanha unida, percebo que ainda há uma divisão invisível entre os “dois países”, seja por mentalidade ou por diferenças sócio-econômicas. O mais bacana seria sanar os eventuais problemas, mantendo as particularidades de cada região. Afinal, se pode aprender bastante das diferenças.

Novas perspectivas

Note: For translations, please go in the specific page above called “Translation-Übersetzung” (under the blog’s title).

Em Leipzig, na antiga Alemanha Oriental, surgem indícios que apontam um novo caminho para a sociedade. Nada de capitalismo ou socialismo, senhoras e senhores. O futuro é isso aí   :)   :

Tradução livre - "Não há alternativa: Feminismo"

Para a posteridade > foto tirada ontem em um dia nublado e chuvoso.

Quadrinhos da História

O Goethe Institut lançou uma revista em quadrinhos que explica de maneira simples e resumida o passo-a-passo da reunificação alemã, citando e ilustrando os acontecimentos mais importantes: lá encontramos os eventos marcantes do período anterior à queda do muro de Berlim até a união das duas Alemanhas ocorrida em outubro de 1990.

Para quem está começando no assunto agora ou para os que querem se informar de uma maneira diferente, a leitura dos quadrinhos é uma opção bem interessante para entender esse capítulo importantíssimo da História.

Para folhear a revista, basta ir AQUI ou clicar na imagem lá em cima.

Uma dica do @alemanJA. ;)

Contrato de reunificação

Note: For translations, please go in the specific page above called “Translation-Übersetzung” (under the blog’s title). ;)

You can read an article in English about this theme in Deutsche Welle’s website.

Memória: há exatos 20 anos, em 31 de agosto de 1990, a República Federal da Alemanha (RFA) – a Alemanha Ocidental – e a República Democrática da Alemanha (RDA) – a Alemanha Oriental – assinaram o acordo que criou a reunificação alemã, chamado de “Vertrag über die Herstellung der Einheit Deutschlands“.

Ainda hoje há algumas controvérsias em relação a esse fato: foi uma real unificação ou apenas uma anexação?

Na assinatura do Tratado de Reunificação, em 31 de agosto de 1990 em Berlim, o então ministro alemão do Interior, Wolfgang Schäuble, e Günther Krause, o representante alemão-oriental, deixaram transparecer o quanto haviam sido difíceis as negociações para a reunificação do país.

Após meses de trabalho, estava pronto o mais importante documento da Alemanha pós-guerra. O Tratado de Reunificação estabeleceu de que modo os dois Estados alemães passariam a existir como um só país a partir de 3 de outubro de 1990. (…)

Continue lendo esse artigo na Deutsche Welle.

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A caminho da reunificação

“Almost reunited” – English version below.

“Há 20 anos, Parlamento da RDA aprovava adesão a Alemanha Ocidental.

Na madrugada de 23 de agosto de 1990, após quatro décadas de divisão, o Parlamento da Alemanha Oriental (Volkskammer) aprovou a adesão do país à República Federal da Alemanha, marcada então para o dia 3 de outubro de 1990.

“O Parlamento acaba de decidir nada mais nada menos que o fim da RDA no dia 3 de outubro de 1990″, afirmou na ocasião Gregor Gysi, então líder da bancada do PDS (Partido do Socialismo Democrático, sucessor do SED, partido majoritário do regime comunista alemão).

A declaração de Gysi era um lamento pelo fim da Alemanha Oriental. Interrompida pelos aplausos dos outros deputados, que celebravam justamente aquilo que o colega lamentava, a frase acabou ganhando um inesperado caráter cômico. (…)”

Continue lendo a notícia no site da Deutsche Welle.

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“20 years ago the GDR Parliament voted to join the Federal Republic.

After a night-long discussion, that ended in the early hours of Aug. 23, 1990, the decision was made for the German Democratic Republic (GDR) to be absorbed into the Federal Republic of Germany (FRG).

At a special session of the East German parliament, the Volkskammer, the representatives voted to merge with the West.

Instead of a brand new constitution to cover the new unified state, it was decided to just incorporate the GDR under the existing constitution. The former East was incorporated into the West under Article 23 of the Federal Republic’s Basic Law. (…)”

Keep reading it in the Deutche Welle’s site.

Primeiro filme alemão do pós-guerra

Hoje tem um programa imperdível para quem está no Rio de Janeiro e se interessa em conhecer um pouco mais a filmografia produzida pela estatal Deutsche Film Ag (DEFA) na então Alemanha Oriental. O longa-metragem de 1946, “Os assassinos estão entre nós” (Die Mörder sind unter uns) dirigido por Wolfgang Staudte, será exibido no Espaço Sesc Rio às 19h. Trata-se do primeiro filme alemão do pós-guerra.

A revista do Sesc escreve: “Berlim, a poderosa capital do Terceiro Reich, é mostrada em escombros e ruínas, revelando a destruição de que foi alvo. Ele (o filme) faz parte do projeto de reeducação do povo alemão para se libertar dos valores nazistas e enfrentar as questões do pós-guerra. O antifascismo é uma das principais características e metas da produção da DEFA”.

Serviço:

Exibição do filme Os assassinos estão entre nós (Die Mörder sind unter uns), RDA – 1946 – Direção de Wolfgang Staudte

28 de abril de 2010, às 19h, no Espaço Sesc Rio: Rua Domingos Ferreira, 160 – Copacabana. Telefone (21) 2547-0156.

Haverá distribuição gratuita de senhas 30 minutos antes da sessão.

O blog não se responsabiliza caso haja alguma alteração inesperada na programação.

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A realidade encenada

Uma encenação que virou ícone fotográfico. / A staged action that became an iconic photograph. Photo: YEVGENY KHALDEI/AP

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English version below

Confesso que não sabia que essa foto tão famosa é, na verdade, uma encenação.

Da Associated Press:

Morreu na última segunda 1 dos 3 soldados do Exército Vermelho que, em célebre foto que se tornou símbolo da derrocada nazista na Segunda Guerra, foram retratados em maio de 1945 fincando a bandeira da União Soviética no telhado do Reichstag, a sede do Parlamento alemão, disseram ontem autoridades da Rússia.

Abdulkhakim Ismailov, 93 anos, morreu de causa não revelada no vilarejo de Chagar-Otar, sua terra natal, no Daguestão -república da Rússia localizada no Cáucaso, em região fronteiriça com o Azerbaijão-, segundo um comunicado do governo.

Na foto tirada em 2 de maio de 1945, apenas alguns dias depois da tomada de Berlim, Ismailov aparece auxiliando um outro soldado soviético a hastear a bandeira da União Soviética no Reichstag.

Ao fundo, edificações em ruínas e tanques militares retratam a destruição e ocupação da capital da Alemanha após seis anos de guerra.

A imagem tornou-se um ícone da vitória da União Soviética sobre o regime nazista de Adolf Hitler e foi transformada em instrumento de propaganda pelo país comunista.

Anos mais tarde, no entanto, o fotógrafo soviético autor do retrato, Ievgeny Khaldei, admitiu que o momento havia sido encenado e revelou que a própria bandeira da URSS tinha sido improvisada -a peça original fora alvejada por atiradores de elite alemães.

Ismailov foi identificado como um dos soldados retratados na fotografia somente em 1996, quando recebeu uma medalha de Herói da Rússia em homenagem pelo feito.

Após a guerra, o militar soviético serviu em cargos políticos e no Partido Comunista. Abdulkhakim Ismailov teve quatro filhos e oito netos.

Texto retirado da Folha de São Paulo (acesso somente para assinantes). Uma dica do amigo Sandro Fortunato. ;)

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I confess I didn’t know that this so famous photo in fact was staged.

From The Guardian:

Soviet soldier pictured in iconic 1945 Reichtstag photo dies. Abdulkhakim Ismailov was one of three Soviet soldiers seen in photograph taken shortly after fall of Berlin in 1945.

A Red Army soldier who appears in a historic photograph helping hoist a hammer-and-sickle flag over the Reichstag in Berlin in 1945 has died, aged 93. Abdulkhakim Ismailov died of unspecified causes on Tuesday in his native village of Chagar-Otar.

Ismailov was one of the three Soviet soldiers seen in the iconic photograph, which was taken shortly after the fall of Berlin in May 1945. He stands beneath the man holding the flagpole.

The photo became an iconic image of the Soviet victory over Nazi Germany. It has often been compared to the 1945 Associated Press photograph of US soldiers raising the American flag on Iwo Jima.

The Soviet photographer, Yevgeny Khaldei, said years later that the image was staged, and the flag was sewn from three tablecloths, as the original hammer-and-sickle flag flown from the Reichstag was shot down by German snipers.

After the war, Ismailov served as a chairman of a collective farm and a Communist party official. He is survived by four children and eight grandchildren.

Eu quero ver esse filme!

I want to watch this movie!

As soon as I can watch Comrade Couture – Ein Traum in Erdbeerfolie (do’nt know how, don’t know where, don’t know when), I’ll write my opinion here. The trailer makes you curious, doesn’t it? In German with English subtitles.

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Assim que conseguir ver Comrade Couture – Ein Traum in Erdbeerfolie (não sei como, não sei onde, não sei quando), escrevo uma opinião aqui. Vai dizer que o trailer aí embaixo não te deixa morrendo de curiosidade? Legendas em inglês.

Leipzig tá na moda! / Trendy Leipzig!

English version below.

Foi uma grata surpresa encontrar um link do N.Y. Times indicando os 31 lugares para ir em 2010. E adivinha quem aparece no número 10? Leipzig, a segunda maior cidade da Alemanha Oriental e cenário importante no movimento que culminaria com a reunificação alemã.

Recomendo uma olhadinha no meu flickr aí do lado direito, onde você pode ver algumas fotos que eu fiz na cidade. E no blog inteiro há muitos posts dedicados a ela. Use a tag “Leipzig” e vá em frente. ;)

Deu no N.Y. Times (em inglês).

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It was a nice surprise to find a link of the N.Y. Times listing the 31 places to visit in 2010. And guess what city is there as number 10? Leipzig, the second biggest city during the GDR and important city in the movement which led to the German reunion.

Have a look in my flickr at the right side where you can find some photos I made in the city. And all over the blog you’ll find many posts talking about it. Use the tag “Leipzig” and go ahead. But I may tell you that some posts are only in portuguese. Soon a translator will be displayed here. ;)