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Queda do Muro de Berlim: 21 anos

Hoje, celebra-se o aniversário de 21 anos da queda do muro de Berlim. Sem muito alarde. Sem a festa gigantesca que ocorreu no ano passado. Sem os milhares de projetos paralelos que pipocaram em Berlim no ano de 2009, todos com um só foco: lembrar e celebrar os 20 anos da queda do muro.

Apesar de não ser tão comemorado como no ano passado, o Memórias do Muro não deixa esse dia passar em branco e celebra a memória e a simbologia dessa data com imagens bem bacanas. Aproveitem!

Novembro de 1989. Foto: Lionel Cironneau/AP Photo.

Bernauerstrasse, onde o muro começou a ser construído (acima, em foto de 1968) e em 2009 (abaixo). Créditos: JOHN MACDOUGALL/AFP/Getty Images.

A famosa zona de fronteira e controle de passaportes Checkpoint Charlie em 1968 (acima) e sob o mesmo ponto de vista em 2009 (abaixo). Créditos: JOHN MACDOUGALL/AFP/Getty Images.

Reichstag, sede do parlamento alemão, em 10 de novembro de 1989 (acima) e sob a mesma perspectiva em 20.10.2009 (abaixo). Créditos: ERARD MALIE/AFP/Getty Images.

Foto de 31.10.2009 tirada na Potsdamer Platz, com uma imagem do ativista de direitos humanos americano Martin Luther King, em sua visita a Berlim Ocidental, na fronteira com a Potsdamer Platz, em 13 de setembro de 1964. Foto: Franka Bruns/AP Photo.

[via]

49 years ago

Memória.

Memory.

Erinnerung.

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Berlin, 1961. "Nobody intends to build a wall", said East German leader Walter Ulbricht before the Wall was built up. The sign is situated in West-Berlin near the wall and shows to East- Berlin. (c) Heiko Burkhardt

Berlin, 1961. West Berliners waving and watching their relatives in East Berlin. (c) Heiko Burkhardt

Berlin, 1961. Berlin Wall at Zimmerstrasse/Markgrafenstrasse West Berliners watching over the Wall to the East. (c) Heiko Burkhardt

Berlin, Bernauer Strasse. The house was in the East, the pedestrian in the West, Olga Segler jumped out of the window and died. (c) Heiko Burkhardt

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All the photos and their comments are from Daily Soft.
If you come here for the first time or simply want to know more about the theme, just explore the tag “Berlin wall” and find related posts. ;)

Berlin 456189

Eu gosto desse vídeo e quero compartilhar com vocês. Às vezes a música é incômoda – assim como as imagens. Tente imaginar as circunstâncias nesses diferentes anos. Essa colagem nos transporta para lá.

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I like this video and I want to share it with you. The music is sometimes annoying – as the images themselves. Try to imagine the circumstances in those different years. This collage brings us there.

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Sob o ponto de vista dos coelhos

English version below.

A lista com os indicados ao Oscar 2010 saiu hoje e entre os curtas documentários, um chamou a minha atenção pelo título: a produção teuto-polaca (ou será alemã-polonesa?) Rabbits à la Berlin dirigido por Bartek Konopka.

Com um pouco de pesquisa na internet, descobri que o filme tem a ver com o muro de Berlim. E para quem não sabe, a palavra inglesa rabbits siginifica coelhos. Intuitivamente sinto você  fazer a mesma pergunta que me fiz: mas e aí, qual a relação disso tudo? Olha uma descrição do filme:

“Esse documentário é uma fascinante lição de História contada através dos olhos de animais. É a estória desconhecida de milhares de coelhos selvagens que viviam na chamada Zona da Morte do muro de Berlim. Durante 28 anos, a linha de terra que ficava entre as duas muralhas era o seu território isolado mais seguro. Gramado, nenhum predador, guardas para assegurar que ninguém iria perturbar os bichinhos. Mas infelizmente, um dia, o muro caiu… O destino dos coelhos serve de pretexto para um conto alegórico de um sistema totalitário.” (Fonte em inglês aqui)

Uma pena eu não ter achado o trailer do filme, mas lá embaixo você pode ver uma entrevista com o diretor (inglês com legendas em francês). Mais um filme que entra para a minha lista dos “tem que ver”!

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Atualização de 4 de fevereiro: se você mora na Alemanha ou na França, pode assistir ao filme no canal ARTE em várias datas do mês de fevereiro: dia 7 às 00:35; 17 às 05:00 e 20 às 12:05.

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Atualização de 15 de fevereiro: vão assistir o trailer lá embaixo!

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The Rabbits’ point of view

The list with the 2010 Oscar nominees was released today and among the documentary shorts, one catched my attention: the german-polish production Rabbit à la Berlin, directed by Bartek Konopka.

I made a little research and found out that the film, somehow, talks about the Berlin Wall. So, what’s the relationship of rabbits and the wall? Have a look at  the film description:

“This documentary is a fascinating history lesson told through the eyes of animals. The unknown story of the thousands of wild rabbits who lived in the Death Zone of the Berlin Wall. For 28 years, the strip of earth enclosed between the two walls was their safest of enclaves. Full of grass, no predators, guards to ensure that no one disturbed them. But sadly, one day, the wall fell…The rabbits’ fate serves as a guise for an allegorical tale of a totalitarian system.” (Synopsis from here)

I didn’t find its trailer, but below you can watch a short interview with the director. It’s certainly one more film in my “must see” list!

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Update from February 4th – if you live in Germany or France, you can watch the movie in ARTE channel along February: on 7th at 00:35; On 17th at 05:00; On 20th at 12:05.

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Update from February 15th: the trailer is just below! Go for it.

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20 anos atrás / 20 years ago

No começo, algumas imagens que você talvez já conheça, mas passado um tempo há novidades – ao menos para mim.

In the beggining, some images you may already know, but after a while there are new ones – at least for me.

Sem fronteiras

As fronteiras estão abertas. / The borders are opened. / Die Grenzen sind geöffnet.

Vento de mudança / Wind of Change

Wind of change by Scorpions is a symbolic song for those moments in the video.

“Vento de mudança” dos Scorpions é uma música simbólica para esses momentos do vídeo.

Muro em fotos

Um link do jornal Denver Post (em inglês) com fotos incríveis da construção do muro passando pela sua queda chegando até a Berlim atual. Vale a pena!

A link with incredible photosof the Denver Post showing the building of the Wall going until its fall and the present days. It’s worth it!

Os muros que resistem / The walls that still remain

Esse link em inglês é muito interessante porque mostra os muros que foram construídos a partir de 1989 ou que ainda existem mundo afora, mesmo depois de 20 anos após a queda do muro de Berlim.

This link is very interesting because shows the walls or barriers which were constructed from 1989 or still remain even after 20 years of the fall of the Berlin Wall.

Gorbachev and Bush

Entrevista com Bush Senior and Gorbachev feita em Berlim há cerca de uma semana para o canal Al Jazeera (em inglês).

Interview with Bush Senior and Gorbachev made in Berlin around one week before for the Al Jazeera channel (in English).

 

Muro turístico

Foto do dia.
Todas as imagens são feitas com uma câmera digital, caseira mesmo. Para mim o que vale é o registro de um momento ou de um lugar. Não busco a estética perfeita. Apenas abro os olhos para o que me circunda.
muro

Restos do muro de Berlim como ponto turístico. / Rests of the Berlin Wall as a tourist attraction. Berlim/Berlin, 2009.

Da queda do muro à reunificação

Esse vídeo tem cenas ótimas!

Sensações

Para quem tem boa imaginação, o vídeo abaixo ajuda a dar uma ideia de como era viver emparedado na Berlim dos anos 80. Fragmentos do filme “Wilde Clique”:

 

A voz do artista

Esse mundo virtual nos proporciona surpresas agradáveis. Ao publicar um post falando sobre a East Side Gallery há alguns dias, eis que surge um comentário enorme e pessoal sobre o tema.

Adivinha quem era? Um artista que pintou na galeria ainda em 1990, um dos primeiros a deixar sua arte por lá. Não o conheço, mas certamente ele achou o meu blog nas ondas cibernéticas

Considero suas palavras uma entrevista absolutamente pessoal que veio até mim sem eu pedir. Merecia, portanto, ser mais que um comentário.

Editei alguns fragmentos, mas boa parte do que ele escreveu está aqui. O depoimento integral pode ser lido nos comentários do post East Side Gallery. Com a palavra, o artista português Kim Prisu:

Metamorfose das existências ligadas num móbil indefinido

1 mur de berlin 2009 kim prisu

Fragmento da obra de Kim Prisu na East Side Gallery. Foto: arquivo pessoal do artista

O Muro de Berlim ( “Berliner Mauer” em alemão) foi erigido um ano antes de eu nascer em 1961. Só sei que quando tinha para ai os meus 11 anos dizia “ que era mais fácil de ir a lua de que passar do outro lado do Muro de Berlim.

E não é que em 1990, no serão de 23 de Junho o meu amigo e artista plástico Hervé Morlay dito VR, me bateu a porta do meu pequeno apartamento do “35\37 rue de Torcy em Paris 75018”, e me perguntou se queria ir a Berlim, que havia um projecto de pintar no muro na parte de Berlim Oriental (RDA).

O (Hervé Morlay) VR ia alugar uma carinha de caixa fechada para 15 dias. 12 horas depois na manhã seguinte estávamos a caminho de Berlim. Passamos uma primeira vez a fronteira França Alemanha. Eu até tinha o meu passaporte caducado mas só me apercebi depois. (…)

Atravessamos a Alemanha ocidental e tivemos de novo de passar outra fronteira, aí no silêncio, mas tudo correu bem. É dizer que a situação já estava no caminho da abertura, e entramos numa auto-estrada toda cercada por uma grande rede com arame farpado, miradouros com guardas armados. Dizíamos um para o outro “e se a um deles lhe passasse pela cabeça de nos dar um tiro?”.

Antes de entrar em Berlim mais uma fronteira. Era para mim muito estranho passar duas fronteiras no mesmo país. Fomos a ter a casa de um artista Alemão “A. Paulun” num Bairro perto do muro no nº 2 da rua “Wrangel” em frente a igreja “St. Thomas” … Foi também aí perto de “St. Thomas” que pela primeira vez atravessei o Muro.

No sitio, ao que me contaram, tinha morrido o maior número de pessoas. Os atiradores estavam colocados às janelas dos prédios do lado oriental. Hoje encontra-se lá um jardim.

Na 1ª semana existia nessa grande brecha, (…) casotas de madeira com guardas que faziam ofício de fronteira. Precisava-se ainda de mostrar o Passaporte, mas já com muita descontracção. Na segunda semana estavam no chão, isso era nos primeiros dias de Julho 1990. Sentia-se a liberdade, não sei como explicar.

Em França um dia, um Português que teve presente em Lisboa (e que tinha na sua pequena oficina de tipografia lá em Paris uma foto com ele e os soldados da revolução em cima de um caro de combate no 25 de Abril 1974) disse-me que naqueles meses em Lisboa sentia-se a liberdade. Era como se a pudéssemos tocar com os dedos da mão.

Senti o mesmo, por isso lembrei-me dessas palavras e chamei o 1º painel “O povo unido nunca será vencido” em recordação. Eu, o meu amigo Hervé Morlay (VR) e o A. Paulum obtemos um encontro com a pessoa que se ocupava do projecto “East Side Gallery”.

Já na segunda semana, entre tanto andamos por lá a pintar entre os dois muros e os miradouros. Só nos ficava 4 dias antes de voltar para paris para entregar a carinha. Foi assim que tive de fazer a 1ª pintura (de 1990) em 3 dias, com muita energia.

A 1ª vez que tivemos em frente desse muro do lado oriental na avenida “Muhlenstrasse” , fomos ver se havia qualquer graffiti. Nenhum. Aquela parede chamava a cor para esquecer que nesse tronco tinham tirado a vida a 9 pessoas… Ainda há muito para contar sobre essa 1ª vez que fui a Berlim mas isso dava provavelmente um filme.

Desta vez, em fim de 2008, fui pela 1ª vez contactado para refazer a minha pintura. Fiz um contrato com eles, como todos os outros pintores que vão refazer a cópia da pintura deles. Os mesmos que pintaram sobre esses 1300m. São 118 artistas para 105 pinturas, 21 países representados, convertendo o lado Este (oriental) do Muro na maior galeria do mundo ao ar livre.

O beijo entre o líder soviético e o seu correligionário alemão oriental é a peça mais célebre, e a que o artista Dimitrij Vrubel pede 15mil €. Mas por agora eles não querem lhe dar essa soma. Dizem que é para todos igual. (…) ele executou-a, pedindo desculpa a cidade de Berlim e oferecendo o cachet a uma instituição caritativa.

(…) Comecei a pintar na terça-feira 26 de Maio, num dia de trovoada, e foi como se tivesse recebido dela uma energia positiva que me meteu fora de mim. Mas antes mesmo de ir o entusiasmo era já enorme.

(…) Há naquele bairro do outro lado do rio nas costas da “East-Side Gallery” muitos ateliês de artistas, pelos quais lutam porque os políticos e os empreiteiros querem se apoderar para fazer um bairro mais snob e para turistas. É que a “East-Side Gallery” encontra-se mesmo no centro de Berlim. (…)

Estive em frente, de novo no mesmo lugar exacto. A 1ª vez não sabia o que havia por detrás, o escadote não chegava para eu ver do outro lado, desta vez existia um pedaço que foi desviado para o lado, o terreno foi comprado pela companhia O2, que construiu em frente um óvni, (é a primeira impressão que tive quando vi aquela arquitectura), um pavilhão para espectáculo e eventos desportivos. (…)

O muro já não me impressionava como da 1ª vez. Já não tinha para mim o mesmo imaginário… Mas comecei como se tivesse de fazer a cópia do de 1990. Mas não me sentia bem. Comecei a pintar deixando a emoção do momento sair, interrompido pelos turistas e pelas entrevistas de jornalistas.

Mas a um momento esqueço tudo o que me rodeia, fico só em frente do muro, e começo a pintar sem me preocupar. Um fundo abstracto, cheio de escritos em varias línguas, que cada dia pintava com mais energia, alegria. Quando comecei a desenhar, as primeiras cabeças vinham mais suaves.

A minha visão desse povo tinha mudado, é que os filme e a História recente do século 20, e a escola na França, nos criaram um imaginário no qual a Alemanha era um inimigo de 2 guerras mundais (…).

Mas desta vez a ideia desse povo tinha mudado em mim. Das duas vezes que lá vivi, 33 dias em tudo, me levaram a uma outra visão desse povo e dos outros que misturados coabitam com eles. Nunca mesmo nunca, das 2 vez senti agressividade. Andei sempre por todo lado e por vezes houve sítios que se fosse em Lisboa ou Paris passava ao lado.

(…) Quando chegou Jörg Weber (…) e outros responsáveis da “East Side Gallery”, comecei-lhe a falar de uma filosofia e de um estado de espírito que tinha em Portugal com o grupo dos Inteiros, o “Impensamental”. E que já estava a “Impensamentar” esta nova pintura a partir da memória da sensação e do desenho de 1990, em uma emoção e sensibilidade do ritmo do vivido de hoje. Era como uma metamorfose do pensamento interior que se mentalizava numa nova obra.

Gostaram da explicação, entenderam como era que eu trabalhava, ele estava a gostar da energia da minha nova representação, e disse-me que por ele podia continuar. Mas estavam com medo, é que havia também a aprovação da responsável da câmara, e que corria o risco de não ser pago, mas eu respondi que prendia esse risco.

A partir de aí foram 9 a 12 horas diárias a pintar, e ainda a sair à noite ver eventos culturais. Ao fim ele me disseram que iam defender a minha obra, e que era obra e atitude de grande artista. Dirk Szuszies num jantar em casa de ele, disse que eu tinha tido uma atitude muito revolucionária, anarquista. Eu retruquei “não, só uma atitude de Inteiro”. Dei-lhe o nome a está nova obra “Metamorfose das existências ligadas num móbil indefinido.

Vim de lá muito feliz. A inauguração vai começar a 6\7 de Novembro até dia 9 de Novembro, no qual faz 20 anos da queda do muro. E como disse Jörg Weber: “não nos compreendemos bem, mas gracejamos muito com a tua pessoa e partilhamos uma grande e bela energia”.

Sentes que foi um povo que muito sofreu, mas encaram a vida de uma maneira muito humilde, e com muita energia objectiva. (…) E para concluir, o meu painel foi aceito.

Kim Prisu. Berlim, Maio-Junho 2009

East Side Gallery

Atualização de 28/10/2009: veja aqui o depoimento exclusivo do artista português Kim Prisu, um dos primeiros a pintar na East Side Gallery.

Restam poucos pedaços originais do muro de Berlim. O maior e mais conhecido deles é a East Side Gallery, considerada a maior galeria de arte a ceu aberto do mundo.

Logo depois que as fronteiras se abriram, muitos artistas decidiram  colorir o cinza do paredão e fizeram pinturas do lado oriental do muro, localizado às margens do rio Spree.

Com a ação do tempo e até mesmo de vândalos, muitas obras originais se deterioraram. Algumas pinturas estavam pichadas e irreconhecíveis.

Nos últimos meses o paredão passou por uma restauração em virtude das celebrações dos 20 anos da queda do muro de Berlim.  Segundo informações oficiais, atualmente a galeria conta com cerca de 106 pinturas feitas por artistas do mundo inteiro.

O beijo camarada, comum nos encontros de líderes dos países socialistas. Foto: Régis Bossu/Sygma

O beijo camarada. Ato comum nos encontros de líderes dos países socialistas. Foto: Régis Bossu/Sygma

Uma das imagens mais famosas da galeria é (ou era?) a reprodução de um beijo entre o então presidente da RDA Erich Honecker e o seu camarada Leonid Brezhnev, líder da União Soviética. Há notícias de que nas restaurações, o ícone da East Side Gallery tenha sido apagado para ser restaurado posteriormente.

Abaixo um vídeo curtinho que mostra a galeria ao ar livre, também chamada de “Memorial Internacional pela Liberdade no muro de Berlim”.